BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SINTRA (CASA MANTERO)

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A Biblioteca Municipal de Sintra, na Casa Mantero, constitui-se como a biblioteca central ou biblioteca “mãe” de uma Rede de Bibliotecas Municipais de Sintra, formado por mais três pólos, os pólos de Agualva-Cacém, Tapada das Mercês, Queluz, encontrando-se atualmente em preparação e montagem um qiuarto pólo, em Rio de Mouro.

Trata-se de uma Biblioteca de tipologia mista BM2 e BM3, que integra a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas resultado de um Contrato-Programa firmado entre a CMS e o IPLB, em setembro de 2000, para a construção de uma nova Biblioteca Municipal/ Pública financiada. 

Inaugurada em 7 de setembro de 2003, pelo então Primeiro-Ministro Dr. Durão Barroso, é a continuação de uma tradição já existente desde setembro de 1939 no Palácio Valenças, com a criação da Biblioteca, Museu e Arquivo Municipal de Sintra, pelo escritor Francisco Costa.

O seu projecto é da autoria do conceituado Arqt.º Alexandre Marques Pereira e constitui por si só uma recuperação e reabilitação do património da Vila de Sintra, ao ser desenvolvido num palacete do século XIX em estilo vitoriano e num novo edifício, formando um “complexo”, com c. de 3.564 m2, que respeita a zona arborizada anexa, aproveitada também como espaço de leitura e lazer e que tornam a Biblioteca numa oferta cultural única da Vila de Sintra.

Aliando boas práticas de consumo energético, de que é exemplo a atribuição em 2004, do prémio” Greenlights” (prémio europeu que distingue edifícios públicos com boas práticas de poupança de energia), a um espaço arquitectónico e paisagístico por excelência, a BMS trouxe novas formas de leitura e espaços, bem assim como uma nova tipologia de leitores, sendo um espaço “... para todos ... “, com serviços de leitura especiais para deficientes visuais e motores.

Com “… um fundo bibliográfico de inegável valor histórico…”, como refere Maria Luísa Cabral no seu livro “Bibliotecas Acesso Sempre”, a BMS alia às novas valências um riquíssimo acervo documental de que é exemplo a Sintriana (Fundo de História Local e Regional), Fundo Antigo e os Espólios doados por figuras sintrenses como por exemplo a valiosíssima e única Camiliana de Sintra, em fase de classificação como Bem de Interesse Nacional por parte da BNP.
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